quinta-feira, 22 de outubro de 2015

INOVA SEGURANÇA E TECNOLOGIA PROMOVE TREINAMENTO TÉCNICO EM CENTRAIS DE MONITORAMENTO

A empresa INOVA SEGURANÇA E TECNOLOGIA promoveu durante esta quarta-feira (21), um treinamento sobre centrais de monitoramento convencionais, cercas elétricas e sensores JFL. O treinamento foi uma parceria entre as empresas GPA e JFL ALARMES e foi realizado na sala de reuniões da antiga sede da secretaria municipal de assistência social. Diversos profissionais das cidades de Cerro Corá, Tenente Laurentino, Santa Cruz, Currais Novos e Lagoa Nova, que atuam na área de segurança domiciliar e comercial estiveram presentes. O promotor técnico da JFL ALARMES, José Márcio demonstrou a linha de produtos da JFL ALARMES a maior fabricante de alarmes e cercas elétricas do Brasil. Atuando em 5 segmentos o mercado de segurança eletrônica desde 1994, nos segmentos de  alarmes, CFTV, iluminação, incêndio e interfonia. O evento contou com a participação de Ednard Jacinto, representante da GPA, uma das maiores empresas que atua no ramo de produtos de segurança e automação do nordeste.

José Márcio promotor técnico da JFL ALARMES




Fonte: www.lagoanovadestaque.com.br

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Processadores do iPhone feitos pela Samsung são inferiores, diz pesquisa




Dados divulgados pelo site 9to5Mac mostram que os processadores A9 para iPhone produzidos pela Samsung possuem desempenho inferior aos produzidos pela TSMC.

O levantamento mostrou que o modelo da Samsung é 10% menor, fisicamente, que o da TSMC. Esse tamnho menor implica numa menor eficiência de energia, que marca de 2% a 3% inferior quando as duas produtoras são compardas.

Os testes foram feitos pela Ars Techina, mostrando que os modelos de processadores produzidos pela TSMS ficam na frente da Samsung em vários aspectos. Confira abaixo.

Reprodução

As 30 piores lojas online, segundo o Reclame Aqui

O Reclame Aqui, site de reclamações de empresas e serviços, divulgou nesta quarta-feira, 22, lista com os 30 piores lojas para comprar online. O levantamento foi realizado no dia 15 de outubro.
De acordo com o site, nos seis primeiros meses de 2014, 5,5 milhões de reclamações foram registradas, número maior do que todas as reclamações de 2013 (5,1 milhões).
O ranking foi elaborado a partir das avaliações dos próprios consumidores e mostra somente e-commerces não recomendados que, juntos, somam 48 mil queixas e uma média 34% de problemas solucionados.

Em primeiro lugar está a Goji Actives, com 7792 reclamações e índice de solução em 38,5%. O segundo lugar é ocupado pela Best Mania, com 4819 reclamações e índice de solução em 12,1%; seguida da Mente Urbana, com 4233 queixas e índice de solução em 30%.
Já a lista das 30 melhores lojas online soma 140 mil reclamações e média de 85% de soluções dos casos. Em primeiro lugar aparece a Netshoes, com 13 mil reclamações, mas com índice de solução de 97,2%. Em seguida está a Americanas.com, com 12,8 mil reclamações e índice de solução em 92%; e em terceiro, a Submarino, com 11 mil queixas e índice de solução em 91,1%.
Confira abaixo as 30 piores lojas online:
Goji Actives - Herbalist: 7792 reclamações, índice de solução de 38,5%
Best Mania: 4819 reclamações, índice de solução de 12,1%
Mente Urbana: 4233 reclamações, índice de solução de 30%
Clickaê: 2151 reclamações, índice de solução de 40,7%
OrangeMix: 1944 reclamações, sem índice de solução
Eletro MM: 1882 reclamações, sem índice de solução
Pelicano Compras: 1824 reclamações, índice de solução de 18,4%
Shopping do Gugu: 1771 reclamações, sem índice de solução
Gabriela Moda e Presentes: 1651 reclamações, índice de solução de 44,3%
LuCunha store: 1423 reclamações, índice de solução de 38,5%
Liquida Bay: 1387 reclamações, índice de solução de 37,4%
Wikee Imports: 1375 reclamações, índice de solução de 36,8%
Mundo DIX: 1181 reclamações, sem índice de solução
Xingui Lingui: 1160 reclamações, sem índice de solução
Forasteiro.com: 1131 reclamações, índice de solução de 30,9%
TotalClique.com: 1124 reclamações, índice de solução de 23,2%
TMania: 1070 reclamações, índice de solução de 10,3%
Dona Dona: 1060 reclamações, índice de solução de 36,6%
ImportaFácil.net: 1001 reclamações, índice de solução de 20,2%
Flor de Menina Makeup: 894 reclamações, índice de solução de 67,4%
3D Import: 808 reclamações, índice de solução de 37%
MundialBooks: 800 reclamações, índice de solução de 54,8%
Isto é ofertas: 774 reclamações, sem índice de solução
Guguilu: 757 reclamações, índice de solução de 39,7%
Global Shop: 729 reclamações, índice de solução de 16,4%
Abracadabra Móveis e Deco: 728 reclamações, índice de solução de 55,6%
Makro Eletro: 726 reclamações, sem índice de solução
Cia da pechincha: 716 reclamações, índice de solução de 37,5%
Karol Doll makeup: 683 reclamações, índice de solução de 51,9%
Zazzle.com.br: 596 reclamações, índice de solução de 91,5%


fonte. olhar digital.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Pela 1ª vez, acesso à internet chega a 50% das casas no Brasil, diz pesquisa

15/09/2015 12h03 - Atualizado em 15/09/2015 15h10


32,3 milhões de lares estava conectados em 2014, mostra TIC Domicílios.
Pesquisa passou a considerar acessos a celulares em casa.

Helton Simões GomesDo G1, em São Paulo
O número de lares brasileiros conectados à internet chegou ou 32,3 milhões de domicílios em 2014. Pela primeira vez, 50% do total das casas estão conectadas, mostra a pesquisa TIC Domicílios 2014, realizada pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) e apresentada nesta terça-feira (15).
Lares conectados no Brasil
Chega a 50% o nº de casas com acesso à internet
% de lares conectadosanos18242736404350lares conectados0102030405060
Fonte: TIC Domicílios (Cetic.br)
O Cetic, órgão vinculado ao Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (Nic.br), elaborou a pesquisa a partir de entrevistas a moradores de 19 mil domicílios em mais de 350 municípios de todo o Brasil entre outubro de 2014 e março de 2015.

Em 2013, 43% das casas no Brasil estavam conectadas. O salto para 50% ocorreu porque, a partir da edição de 2014, a TIC Domicílios passou a incluir na conta dos lares conectados as casas com acessos feitos pelo celular.

“O smartphone têm sido um dispositivo que permite a inclusão de cidadãos que não usavam a rede”, afirmou Alexandre Barbosa, gerente do Cetic. A pesquisa aponta que 47% dos brasileiros com mais de 10 anos, ou 81,5 milhões de pessoas, navegaram na internet por meio de um celular em 2014.

Diferentemente dos dados da Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel), que mostra o número de linhas de celular, a pesquisa traz a quantidade de pessoas que de fato usaram celular. Em 2014, o Brasil atingiu 148,2 milhões de pessoas com acesso ao aparelho. Segundo a Anatel, o país fechou o ano com linhas de 281,1 milhões – densidade de 138 conexões móveis a cada 100 habitantes.

Apesar da alta penetração, 14% da população ainda não usa celular, mostra o estudo do Cetic. Segundo Winston Oyadomari, coordenador da pesquisa, esses excluídos móveis estão na classe C e D (32% não usa celular) e na zona rural (26% não usa celular).

A pesquisa mostra ainda que os computadores já não contribuem mais para impulsionar a inclusão digital. Se em 2013, 49% das casas possuíam computadores, em 2015, esse índice passou a 50%. “É interessante observar que o movimento que a gente observa nos domicílios com acesso à internet não ocorre na proporção de domicílios com acesso ao computador”, afirma Oyadomari.

IBM lança hoje o 1º data center SoftLayer no Brasil




A IBM realiza nesta terça-feira, 15, o evento de inauguração do primeiro data center SoftLayer na América do Sul, localizado na cidade de Jundiaí, em São Paulo. A novidade deve dar mais flexibilidade para os negócios das empresas brasileiras.
Para a IBM, a implantação do data center no Brasil alimenta e agiliza a inovação graças à plataforma escalável, segura e flexível e ao modelo de cobrança baseado no consumo. O serviço beneficia não apenas as organizações de pequeno e médio porte mas também startups em busca de otimização de custos e criação de novas fontes de receitas.

O evento acontece em São Paulo, com presenças confirmadas de altos executivos e personalidades políticas.
O lançamento no Brasil faz parte de um novo momento de expansão dos data centers da SoftLayer em diversos países.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

VOCÊ SABE COMO FUNCIONA O COMPUTADOR

VEJA NO VÍDEO COMO FUNCIONA O COMPUTADOR.


O fim do Flash está próximo! Entenda por que ele vai morrer

O fim do Flash está próximo! Entenda por que ele vai morrer




Ele já foi essencial para você acessar alguns dos mais importantes sites da internet, mas hoje é evitado ao máximo. Para muita gente, a trajetória descendente do Flash Player, da Adobe, foi meteórica: do nada, empresas começaram a criticar a plataforma ou até desativar conteúdos dela.
Porém, a briga é mais longa do que parece. Há anos, vários especialistas fazem críticas ácidas contra o plugin de animação para navegadores. Steve Jobs era um dos mais descontentes e, ainda em 2010, afirmou que a plataforma fora deixada para trás por pertencer a uma era em que só usávamos computadores — e ele estava certo, já que hoje os dispositivos móveis são os que mais evitam a ferramenta.
Antes de assinarmos o atestado de óbito da plataforma, entretanto, temos que reconhecer as qualidades: o plugin já está no mercado há um bom tempo (e trouxe recursos próprios que deixaram o consumidor acostumado com ele), suporta inúmeras versões de navegadores ou PCs sem incompatibilidades e é um mecanismo de publicação relativamente simples.
Só que não dá para negar: ele está na lista negra de sistemas operacionais, usuários e desenvolvedores. De qual lado você está?

A segurança não está em primeiro lugar

Esse argumento desarma todas as defesas: com cada vez mais frequência, surgem relatos sobre vulnerabilidades e exploração de falhas de segurança no plugin. Além de serem perigosos, os ataques podem atingir muita gente de uma só vez: é imensurável a quantidade de usuários que acessa com frequência joguinhos em Flash (mesmo sem saber o que ele significa) ou páginas com animações e menus utilizando a plataforma.
Kits exploit, que são pedaços de software que exploram falhas para facilitar a entrada de malwares e outros arquivos, usaram e abusaram do Flash em inúmeros casos. Além disso, não são poucas as falhas que hackers com más intenções encontram antes dos próprios desenvolvedores — e, mesmo que elas sejam corrigidas rapidamente com atualizações, a existência em alta quantidade é preocupante, já que uma brecha sempre escapa aos olhos da Adobe.
A questão é que, assim como outros plugins, o Flash permite que páginas rodem scripts complexos ao mesmo tempo que acessa a memória do seu computador. Ou seja, é possível usá-lo para o mal, garantindo o controle remoto da máquina e permitindo que algum invasor envie comandos diretos ao PC sem a sua permissão.
A questão de segurança esbarra também nas atualizações: nem todos os usuários baixam rapidamente as novas versões, enquanto alguns continuam com as antigas. Isso deixa uma grande parcela da população vulnerável a ataques que já haviam sido barrados.
Esses e outros exemplos levaram o chefe de segurança do Facebook a querer o Flash “morto” e o Firefox a desabilitar temporariamente conteúdos com o plugin.

O Flash é consumista

Um dos pontos do discurso de Jobs sobre o Flash está relacionado ao alto consumo de bateria do plugin para rodar os conteúdos. Ao mesmo tempo que permite a exibição de sites complexos e cheios de recursos, ele consome muita bateria. Esse pode ser um problema em tablets, smartphones e laptops, especialmente se você pretende usá-los fora da tomada por bastante tempo — e foi o que levou o Chrome a criar um filtro para “conteúdos desnecessários”. O cofundador da Apple também alegou que o Flash era a principal causa decrashes nos Macs.
Em um comparativo feito pelo site Pplware, é possível notar a diferença entre vídeos em Flash e clipes no codec H.264 rodando em HTML5. O resultado? O plugin da Adobe utiliza o dobro de processamento da CPU, mais memória RAM e até eleva a temperatura de dispositivos.
Campanhas contra o Flash são cada vez mais comuns
Jobs não ficou só no discurso: o iOS abandonou o recurso há tempos, assim como o Android. É possível visualizar conteúdos em Flash com o Adobe AIR, mas aí já é outra história.

O Flash é antiquado e proprietário

Continuando a lista de críticas, o Flash não se adequa bem a comandos de telas sensíveis ao toque, uma tecnologia que hoje não só domina os dispositivos móveis, mas também já existe em vários laptops.
Além disso, o plugin não é o maior amigo dos mecanismos de busca pela rede. Até mesmo os processos mais recentes de captura de palavras-chave e conteúdos não conseguem extrair todas as informações de determinadas páginas, o que pode ser ruim para o ranqueamento do seu site no Google, por exemplo. O ódio é tanto que até já existe uma campanha para “livrar a internet” do Flash.
De astro ao limbo?
Outro problema apontado por Jobs é que o Flash é “100% proprietário da Adobe”, o que significa que a empresa é a única responsável por disponibilizar o plugin, além de controlar o preço do uso da plataforma e de suas ferramentas, entre outros poderes. Só que a Apple não pode reclamar tanto assim de o Flash ser proprietário, já que ela mesma é bastante fechada em relação à liberação de códigos e até à disponibilização de serviços e aplicativos para outras plataformas.
Fica então o questionamento (que não será respondido neste artigo): é tão ruim assim que empresas como Adobe, Apple e muitas tenham tecnologias próprias, se elas forem de qualidade? A polêmica é grande.

Não o enterre antes da hora

Apesar de tantas críticas, o Flash Player continua firme e forte em muitos cantos da internet. A lenta transição e a falta de conhecimento por parte dos responsáveis pelo domínio podem ser os grandes vilões. Para você ter uma ideia, vários serviços de streaming se acomodaram com o Flash e só devem mudar para alguma alternativa quando ela oferecer uma transição realmente fácil — incluindo o Spotify.
Porém, o maior problema está em sites menores, que não são atualizados constantemente e não possuem uma equipe de programação atenta a falhas de segurança — a página caseira de uma pequena empresa, por exemplo. Esse tipo de endereço pode demorar anos ou nunca migrar do plugin para uma opção melhor.
Há ainda uma grande parcela de máquinas com o navegador desatualizado, como no caso do ainda popular Internet Explorer em versões antigas. Desabilitar o Flash instantaneamente deixaria muita gente de mãos vazias e sem diversos conteúdos na rede. Ou seja, a situação é ruim, mas pode ser ainda pior se ficarmos sem o Flash do dia para a noite.
...
Flash que conhecemos hoje para rodar vídeos, jogos e animações começou em 1996 e até evoluiu com o passar do tempo, mas hoje é uma plataforma obsoleta que tem duas alternativas: ou se reinventa ou pede para sair.
A partir de agora, o Flash deve ser como o último aluno a ser escolhido para o time de futebol da aula de Educação Física: recursos como o HTML5, o WebGL e muitos outros (que não trabalham exatamente da mesma forma, mas podem ser usados no lugar dele em alguns momentos) serão cada vez mais preferidos por desenvolvedores, navegadores e empresas em geral. A morte lenta e gradual do plugin pode ser triste e ele deve deixar saudades, mas a transição, se bem feita, só trará benefícios.
FONTE(S)
  • Apple
  • Wired/Brian Barrett
  • Krebs on Security